Há duas certezas na vida: a morte e a atemporalidade do vestido. Em nenhum livro de história consta o ano em que o primeiro foi usado, mas até o século 19 o traje representava riqueza e poder.

E não duvide: daqui a 50 bilhões de anos, quando o Sol apagar e sumir do universo, uma mulher (ou até um homem) vai acompanhar o fim do mundo de seu carro voador e trajada do pretinho básico lançado por Coco Chanel em 1920.

Mas por que esse amor por uma peça de roupa? Depende de quem responde. Elegância, conforto, vaidade, tradição… São diversos os motivos. Podem falar o que quiserem, mas dificilmente vão criar algo tão representativo quanto o vestido.

A peça é marcante para o mundo feminino. A menininha que ama brincar de Barbie e trocar o vestidinho de sua boneca. A pré-adolescente que começou a menstruar e chora assistindo as princesas da Disney.

A debutante que passa 179 meses de sua vida planejando seu  aniversário de 15 anos e abre um sorriso de orelha a orelha quando o crush diz o quanto ela ficou sensual com aquele vermelho longo.

E obviamente o clímax para muitas mulheres: o casamento. Algumas não dão bola, outras sonham com uma festa na praia, mas a maioria se arrepia só de se imaginar de véu e grinalda. A escolha do vestido é tão especial quanto o “sim” no altar.

Que o vestido é diferenciado, isso não há dúvida. Mais singularizado que o próprio, só o Ateliê Belluci, onde você encontra vestidos para todas as ocasiões. É como dizem: se o Diabo veste Prada, Deus veste Ateliê.

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